@marconiperillo: O problema dos meninos em situação de rua precisa ser encarado de frente e com muita sensibilidade. O que não pode é ignorar a questão.
Rsrsrsrs.... nada a declarar...nem de frente e nem de costas!
;-)
Aqui é o espaço onde digo o que penso sobre o que faz parte do meu dia-a-dia. você pode até não concordar comigo, mas deve respeitar a minha, a sua e todas as opiniões. Venha para o debate, a humanidade agradece! Ahhhh.e por favor senhores coronéis, não me persigam pelo meu charme... hehehee....bora nessa?
Sites de relacionamento são capazes de promover uma interação social verdadeira e efetiva?
A resposta à questão poderia ser simplória e monossilábica: não!
Mas, como é próprio da natureza humana, um “não”, necessariamente, deve ser acompanhado de alguma explicação. Então, sigamos a ela.
É irrefutável a importância que os sites de relacionamento têm para o entendimento do novo conceito de interação e até mesmo de internet de relacionamento. É através deles que grande parte – senão a maioria – dos adolescentes do mundo, passam pelo seu primeiro estágio de maturidade, pela criação de um método de se relacionar e de trocar informações e se mobilizar. Mas, tamanha importância não foge à análise da circunspeção em que se encontram os sites de relacionamento: o ambiente virtual.
Possuir um perfil – real o falso – e agregar a ele outros mil contatos, não cria uma forma de interação verdadeira e efetiva. Cria-se apenas uma identidade caçada num avatar, onde a leitura do eu real está longe da realidade. Isto se dá pela dificuldade que qualquer ser humano tem em lidar com sua multifacetada personalidade.
A partir desta constatação, pode-se jogar luz sobre a distância entre o mundo virtual, onde as relações são bem mais supérfluas e superficiais, do mundo real, onde a relação entre seres requer o uso de todas as habilidades inerentes ao ser humano, no jogo estratégico que permite às sociedades construírem relacionamentos sólidos e códigos morais que nortearão sua existência.
O mundo virtual é, sem dúvida, um puta tesão onde tudo é permitido e eu sou muito mais que aquele que me olha no espelho. O problema é que, ao fechar o lap top, o mundo real é aquilo que me rodeia e exige que eu tenha inteligência, habilidade e sensibilidade suficientes para garantir a humanidade das minhas ações, ainda não traduzidas em bites e bytes.
A Ilustração:
O prefeito Marcão Marcolino e seu vice Chubão parecem ter sérios problemas de interpretação das necessidades políticas e sociais. A recentíssima saída do secretário-empresário Hélio Alves mostra a incapacidade do governo entender a política como um elemento componente da dinâmica social e não da vontade pessoal, como há muito venho dizendo.
Marcão deixou seu governo chegar às barras da exaustão para manter um discurso capenga de controle sobre um governo sem absolutamente controle nenhum. A saída de Hélio quando pedida pelos vereadores poderia ter dado uma sobrevida mais digna ao governo, mas não foi assim que os analistas do governo (????) conseguiram entender a coisa.
Agora, já com o caminho todo trilhado e um ano inteiro perdido, o prefeito será obrigado a fazer mudanças de secretários para tapar lacunas e evitar a perda de mais recursos federais, a exemplo de tanto s perdidos no decorrer de 2009, como é o caso da grana do ministério pra execução de obras na estrada do Piçarrão.
O pior ainda está por vir... pior pra cidade, porque pra mim é até prazeroso ver acontecer tudo aquilo que previ quando assinava a coluna Em Resumo da Gazeta. A dança dos secretários está só começando e esse coco, o prefeito vai engolir sem uma lágrima sequer, pois a origem dos seus problemas de natureza política está exatamente na incapacidade de Câmara e Prefeitura entenderem política com um pouco mais de antropologia.
Pouco adianta à administração e à Câmara amordaçarem a imprensa com ameaças claras de corte de verbas de patrocínio – situação permitida exclusivamente pela visão obtusa dos proprietários dos veículos, incapazes também de entender a força que um jornal local tem sobre a política, mas preferem sucumbir às migalhas espartanas do dinheiro do contribuinte, regrado a conta-gotas pela prefeitura para raramente informar e sempre propagandear atos e ações que sempre carecem de solidez.
Daqui pra frente será uma lambança só, podem ter certeza...e se alguém duvida sobre o que acontecerá, dispa-se do pudor e navegue pelo arquivo das minhas colunas na Gazeta quando ainda estava em Araguari....façam comigo esse exercício maravilhoso de fazer o check in e o check out da dança das cadeiras... chato pra cidade, novamente desgovernada morro abaixo.....mas gostoso pra caralho ver a comprovação de que eu tinha razão!
Mordam nos beiços gente graúda!
Hehehehehehehe....
Fique agora com o texto da nota emitida na tarde de hoje pelo Paço Imperial:
NOTA À IMPRENSA
O Prefeito Municipal de Araguari, Marcos Coelho de Carvalho, comunica à imprensa e comunidade em geral que o empresário, Hélio Alves Ferreira, pediu exoneração do cargo de Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo na manhã desta terça-feira (22).
Com a saída do empresário, a pasta será, interinamente, ocupada pelo Secretário de Governo, Hamilton Tadeu de Lima Júnior.
Embora lamente, o Prefeito Marcos Coelho de Carvalho compreende a decisão e, publicamente, agradece ao excelente trabalho empreendido pelo empresário, reiterando que Hélio Alves sempre fará parte de seu grupo político. Sua saída significa perda ao governo municipal e expressivo ganho à sociedade civil.
Finaliza, asseverando que sua voz sempre será ouvida nas questões maiores de interesse de nossa cidade.
Prefeitura Municipal de Araguari
Senador afirma ser um dalitAo fazer ontem discurso no plenário em defesa do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) recorreu à teledramaturgia para explicar a crise política que atinge a instituição.
Irritado com as frequentes críticas por ser suplente e aliado de Sarney, Salgado disse que não quer ser um dalit do Senado – em referência aos integrantes da casta indiana inferior representada na novela Caminho das Índias, da TV Globo.
– Penso que, aqui, criaram aquelas castas, segundo a novela. O suplente é um dalit, não é? Sou um dalit, um intocável, suplente é um dalit. É o pior na escala. Só que meu voto é igual ao outro. Há aquele que se acha da casta mais alta. Como é o nome da casta mais alta na Índia? É o brâmane. Mas meu votinho de dalit é igual ao do brâmane na hora de apertar o botãozinho (do painel do Senado).
Na semana passada, Salgado bateu boca com o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) depois que o tucano disse que, como suplente, o peemedebista não tinha autoridade para criticar os colegas que defendem a moralização do Senado.
Salgado é suplente do ministro Hélio Costa (Comunicações), que deixou o Senado para assumir o cargo no primeiro escalão do governo – o que permitiu que chegasse ao Senado indiretamente, sem votação popular.
Integrante da tropa de choque
Salgado é conhecido no Senado por integrar a chamada “tropa de choque” do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) no período em que o parlamentar respondeu a uma série de processos no Conselho de Ética – o que resultou na sua renúncia à presidência da Casa. Agora, Salgado também se tornou um dos mais ardorosos defensores de Sarney, com discursos que condenam as críticas ao presidente do Senado.
O jornal Estado de S. Paulo afirma que a empresa do neto de Sarney, José Adriano Cordeiro Sarney, teve autorização de seis bancos para intermediar a concessão de empréstimos com desconto na folha de pagamento do Senado. José Adriano disse, na reportagem, que sua empresa fatura por ano menos de R$ 5 milhões.